Love sucks, don't tell otherwise just because you're happy. I'm not. I'm not laughing, I don't know with who I'm going to wake up tomorrow, if there will be anyone there and I don't know how to continue to say that it's better this way when the void inside me tells me I'm wrong. No matter now. Love sucks and it's predestined to hurt whoever tries to love. Love brings you down when you think that you're up and that there's no more falls. It tricks you to think that it will last forever when it's about to end. After all you'll be like me, empty inside and only with a small pain in your chest. It leaves you empty-handed and trying to cry for some future that you lost. Don't be a fool, be a stranger, a original way to lead with the ways of the pain inside you. Don't leave running and crying for there's no more hope for you then. Love sucks just to let you know.
Love sucks and has bring to me more experience in life but it's hard to get trough the nights knowing that there's no person that loves you that way. But now I'm as hard as a rock, no feelings getting out or in, just hate coming out, to you and to all that speak to me. Because love sucks and I've learned it the hard way.
sábado, 28 de abril de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Regretful
The tears burn my face as they fall down until they hit the floor. My eyes are red right now for the mistake that I did. Not to her but to someone else, someone else that is really close to me and helps me in those times that I'm in need. I've made a mistake, no doubt, and it was for her my bad. I won't trade my life, I won't change my fate, I'll just live with the pain I got, accepting all that comes my away, whenever, whatever, by whomever. I'm falling in a pit of despair for I've done the same mistake that the idiot is allways doing. Like it or not, I'm like him, no matter how much I try to change it or deny it. No matter right now that. But I won't close my eyes and let it pass or just give up. I'll keep on fighting because I'm like that, a spirit of a warrior in a teen demon body.
Regret, on of the things that I though I didn't have in me, is now the main feeling in my head right now. That's why I cried, that's why I'm writing and that's way I've allways wrote. Regretful I am for what I've done but I can't change it now just fight to don't repeat the same mistake next time.
Regret, on of the things that I though I didn't have in me, is now the main feeling in my head right now. That's why I cried, that's why I'm writing and that's way I've allways wrote. Regretful I am for what I've done but I can't change it now just fight to don't repeat the same mistake next time.
Grey
Grey is the sky in the autumn when the leafs, brown and yellow, fall down from the trees into the ground where they fly away by the power of the whisper of the wind. It fills me when I look at such things. Makes my heart jump and my soul fly away from my body to another place just because I'm happy. Happy at last. I catch one of the leafs that are flying and I look at it as if it was more than a human being. But then I crush it. I crush it because I know that it won't last forever. Nothing does. Nothing except me. I make the leaf feel my anger. But I see the others flying around so I let it fly to. Fly freely because that's the way it should be. It should be forever more free. As free as I wish I could be. But I'm strained, strained to this life of horror for all eternity. But it's not my pain that we're talking about today. It's about that grey sky that lays over my head as I walk on the street. As grey as my soul, the sky fills the eyes of the people in the street. They're possessed. Nothing more to do but to walk in this streets of no remembering for eternity. They look at it as if it was a blasphemy, I look at it as something beautiful. Something that will remain forever more in my memory. Grey the sky above my head. It seems to fall, and I really hope that it crushes in the heads of the people in the street just for them to know what really matters in this life. It's not the rainbow that they imagine in their heads but the grey that is the real colour of the sky over our heads, that is our life, that is my soul. Grey
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Estrada
Terras verdejantes,
Mares vermelhos,
Céus negros,
Enfim paisagens.
Olho à minha volta,
Não te encontro,
Mas não me causa revolta,
Por ti não me revolto.
Continuo a caminhar esta estrada,
Tem buracos negros e fundos,
Mas continuo com a cara lavada,
Neste vida cheia de humanos imundos.
A estrada em frente é escura,
Mas em frente continuo,
Apesar da estrada ser insegura,
Continuo e caminho.
Resolvi continuar,
parar de chorar,
deixar de lamentar,
e desisti de te telefonar.
Conheci outra pessoa,
Encontrei lá a minha alma,
Pega nas tuas asas e voa,
Até onde nenhuma pessoa está salva.
Não vou construir uma estátua,
Vou continuar a caminhar,
Não vou cair na vala,
Vou até onde esta estrada me levar.
Mares vermelhos,
Céus negros,
Enfim paisagens.
Olho à minha volta,
Não te encontro,
Mas não me causa revolta,
Por ti não me revolto.
Continuo a caminhar esta estrada,
Tem buracos negros e fundos,
Mas continuo com a cara lavada,
Neste vida cheia de humanos imundos.
A estrada em frente é escura,
Mas em frente continuo,
Apesar da estrada ser insegura,
Continuo e caminho.
Resolvi continuar,
parar de chorar,
deixar de lamentar,
e desisti de te telefonar.
Conheci outra pessoa,
Encontrei lá a minha alma,
Pega nas tuas asas e voa,
Até onde nenhuma pessoa está salva.
Não vou construir uma estátua,
Vou continuar a caminhar,
Não vou cair na vala,
Vou até onde esta estrada me levar.
Chamada
Ilumina-me o dia enquanto as nuvens, cinzentas, deixam cair em cima de mim toda a sua chuva e trovões com a fúria de mil homens. Uma história épica, tudo num dia, numa tarde solarenga de Primavera que me parece mais um dia típico de Inverno com os cinco ventos a circular ao meu lado e as chuvas a caírem na minha cabeça. A tempestade aproxima-se de mim apenas para me atormentar um pouco mais. Afasta-me os pensamentos de um dia solarengo, passado a relaxar no meu terraço contigo ao meu lado. Mas que ilusão será essa no futuro próximo. Uma ideia errada que me preenche os pensamentos. Mas nada muda, nunca muda. A história repete-se dia após dia. Tudo o que desejo é afastado e tudo o que conquisto é rapidamente limpo da face da terra.
Corro até à esquina para ver se me consigo esquivar de um futuro repetido que me obriga a ficar deprimido. Mas quando lá chego, já lá está a chuva à minha espera. E atrás mim os ventos riem-se. Não consigo mais correr e tentar encontrar um sítio melhor. Não consigo mais viver sem ouvir a voz dela. Mas a tua chamada alegrou-me. Afastou a tempestade durante um tempo agradável e fez-me esquecer tudo o que me aterroriza neste momento. Porque vives dentro de mim para todo o sempre. Aquela chamada que me fizeste hoje.
Corro até à esquina para ver se me consigo esquivar de um futuro repetido que me obriga a ficar deprimido. Mas quando lá chego, já lá está a chuva à minha espera. E atrás mim os ventos riem-se. Não consigo mais correr e tentar encontrar um sítio melhor. Não consigo mais viver sem ouvir a voz dela. Mas a tua chamada alegrou-me. Afastou a tempestade durante um tempo agradável e fez-me esquecer tudo o que me aterroriza neste momento. Porque vives dentro de mim para todo o sempre. Aquela chamada que me fizeste hoje.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Agora...
Mantens-me afastado pelo que fiz. Com isso trazes mais dor do que me trouxeste ontem quando me disseste que não podias estar aqui, comigo, agora. Não digo que não seja merecido tal castigo mas sei que não o quero sentir outra vez. Por tudo o que escrevo, que é tudo o que me sai da alma, toda a dor e alegria, tu és a principal razão pela qual eu escrevo hoje. Mas ligas a alguma palavra que te digo? Agora que já não falas comigo? Leste o texto anterior? Queres que te ligue hoje à noite? Permaneces calada e eu já não sei o que dizer. Penso que é tempo de desistir. Tempo de me aperceber que já não queres nada de mim. Mas quero que saibas que as saudades matam e que foi por isso que te fiz aquilo que fiz. Agora estás zangada e não há nada que eu possa fazer acerca disso. Tira as conclusões sozinha. O que decidires será o melhor.
Saudades tuas
Não foi culpa nossa, não foi culpa de ninguém. Foi parte de algo que ninguém consegue sentir por isso inventa deuses para adorar e para se sentirem seguros. Já que queremos continuar, porque não continuarmos a bem? Porque o meu amor por ti é demasiado grande para me manter calmo e seguro a todo o tempo. Tenho medo de te perder. Mas as saudades apertam e cada vez mais o nosso reencontro é adiado apenas trazendo dor. Mas hoje não é a culpa que me consume, não é a consciência que grita as palavras que escrevo. São as saudades que sinto de ti. Porque estás longe há demasiado tempo. Mas esse tempo parece passar cada vez mais lentamente e o nosso reencontro, sempre adiado, parece impossível. Mas quero continuar. Não te quero perder.
À noite tento chorar mas não consigo. Grito mas nem eu próprio me oiço muito menos tu, tu que eu desejo com todas as minhas forças. Tu que me preenches o pensamento e que vives no meu coração. Mas cada minuto que passo sem ti é uma facada nesse coração de papel. Ele rasgasse. Ele em breve vai deixar de existir. Mas enquanto existe, é apenas por ti. Quer nos momentos fáceis e alegres, quer nos momentos difíceis e tristes, quando me apetece chorar e gritar, é a ti que ele pertence. Mas não o deixas ver, distância imperdoável, todos os pesadelos e pecados por ti cometidos e por ti fabricados, de forma a fazer sofrer uma vez mais.
Dá-me algo mais do que chorar e gritar, à noite, para mim mesmo porque estás distante e eu não te vejo. Demasiado tempo passou com esta distância entre nós que me rasga aos bocados e que me deixa de rastos no chão como um cão abandonado à sua fortuna ou à espera da morte. Viro-me para o canto da minha alma para procurar lá refugio a toda esta dor e a toda esta solidão que me preenche o corpo oco, prisão de uma alma cinzenta que se deseja libertar para fugir a tudo isto a que chamo vida...
Fala comigo,
dá-me esperanças,
de me manter vivo,
e de ficar com as nossas boas lembranças.
À noite tento chorar mas não consigo. Grito mas nem eu próprio me oiço muito menos tu, tu que eu desejo com todas as minhas forças. Tu que me preenches o pensamento e que vives no meu coração. Mas cada minuto que passo sem ti é uma facada nesse coração de papel. Ele rasgasse. Ele em breve vai deixar de existir. Mas enquanto existe, é apenas por ti. Quer nos momentos fáceis e alegres, quer nos momentos difíceis e tristes, quando me apetece chorar e gritar, é a ti que ele pertence. Mas não o deixas ver, distância imperdoável, todos os pesadelos e pecados por ti cometidos e por ti fabricados, de forma a fazer sofrer uma vez mais.
Dá-me algo mais do que chorar e gritar, à noite, para mim mesmo porque estás distante e eu não te vejo. Demasiado tempo passou com esta distância entre nós que me rasga aos bocados e que me deixa de rastos no chão como um cão abandonado à sua fortuna ou à espera da morte. Viro-me para o canto da minha alma para procurar lá refugio a toda esta dor e a toda esta solidão que me preenche o corpo oco, prisão de uma alma cinzenta que se deseja libertar para fugir a tudo isto a que chamo vida...
Fala comigo,
dá-me esperanças,
de me manter vivo,
e de ficar com as nossas boas lembranças.
terça-feira, 24 de abril de 2007
Reencarnação de mim
Encontro-me aqui,
onde uma vez antes estive,
um sítio que sei que vi,
um sítio que sozinho vive,
À beira de um poço,
olho para baixo,
no fundo vejo um osso,
entre a minha espinha o encaixo.
Sei que estive aqui,
sei que aqui morri,
Voltei a viver,
voltei a ser.
Reencarnação de mim,
voltei para este mundo,
enquanto que o mundo sorri,
a terra diz-me que dela sou oriundo.
Tento negar,
tento confrontar,
tento fugir,
mas o mundo continua a rir.
Caio finalmente desamparado,
volto à terra de onde nasci,
agora estou enterrado,
à espera de mais uma reencarnação de mim.
onde uma vez antes estive,
um sítio que sei que vi,
um sítio que sozinho vive,
À beira de um poço,
olho para baixo,
no fundo vejo um osso,
entre a minha espinha o encaixo.
Sei que estive aqui,
sei que aqui morri,
Voltei a viver,
voltei a ser.
Reencarnação de mim,
voltei para este mundo,
enquanto que o mundo sorri,
a terra diz-me que dela sou oriundo.
Tento negar,
tento confrontar,
tento fugir,
mas o mundo continua a rir.
Caio finalmente desamparado,
volto à terra de onde nasci,
agora estou enterrado,
à espera de mais uma reencarnação de mim.
Última batalha
Corro pelas ruas dos pesadelos. Tento sair da cidade para os campos, um sítio melhor, um sítio para descansar. Tal parece-me impossível. Mas continuo a correr. Porque tenho pesadelos atrás de mim, a perseguírem-me até à morte ou até algo melhor que eu encontre pelo caminho. Talvez uma passagem directa para a cidade dos sonhos, um autocarro cuja única paragem é um precipício, um comboio que nunca mais pare. Algo que me deixe partir para nunca voltar.
Escondo-me no primeiro buraco que encontro, volto-me para aquela escapatória que me permite ter alguma razão de alegria, um motivo para sorrir mas não obstante insuficiente para me manter vivo ou sequer com vontade de lutar para viver. É apenas um atraso no tempo que eu procuro explorar apenas para ter mais tempo para estar contigo. Mas vivo nos pesadelos das pessoas, metendo-lhes medo de forma a que, cada vez que me vêm na rua, fogem.
Não sou venerado, não sou adorado, sou amado mas mais do que realmente queria. Não sou aquilo que os outros querem mas sei exactamente o que quero ser agora. Sei o que sou e não me importa aquilo que os outros são. Mas quantos são aqueles que são como eu? Quantos são aqueles que detestam aquilo que sou? Quantos são aqueles que querem ser como sou? Pouco me importa porque sou quem sou e vou mudando ao longo do tempo, para melhor ou pior, não interessa, interessa apenas que goste daquilo que sou e que aquelas pessoas que eu gosto gostem de mim.
Vêm o que sou ou são cegos ao ponto de ignorarem isso e me fazerem segundo a vossa própria vontade? Moldam-me para que seja aceitável segundo os vossos limites ou então nem se dão a esse trabalho e ignoram-me completamente. Mas não pensem por um segundo que sou mais um neste mundo, não pensem que me controlam, não pensem que me batem ou que mandam em mim, porque, se pensam isso, terão naturalmente uma surpresa muito em breve e, se continuarem conscientes, fujam para longe onde nunca mais vos veja. Porque sou como sou, como quero ser e como sempre fui... um guerreiro que tem uma última batalha a lutar.
Escondo-me no primeiro buraco que encontro, volto-me para aquela escapatória que me permite ter alguma razão de alegria, um motivo para sorrir mas não obstante insuficiente para me manter vivo ou sequer com vontade de lutar para viver. É apenas um atraso no tempo que eu procuro explorar apenas para ter mais tempo para estar contigo. Mas vivo nos pesadelos das pessoas, metendo-lhes medo de forma a que, cada vez que me vêm na rua, fogem.
Não sou venerado, não sou adorado, sou amado mas mais do que realmente queria. Não sou aquilo que os outros querem mas sei exactamente o que quero ser agora. Sei o que sou e não me importa aquilo que os outros são. Mas quantos são aqueles que são como eu? Quantos são aqueles que detestam aquilo que sou? Quantos são aqueles que querem ser como sou? Pouco me importa porque sou quem sou e vou mudando ao longo do tempo, para melhor ou pior, não interessa, interessa apenas que goste daquilo que sou e que aquelas pessoas que eu gosto gostem de mim.
Vêm o que sou ou são cegos ao ponto de ignorarem isso e me fazerem segundo a vossa própria vontade? Moldam-me para que seja aceitável segundo os vossos limites ou então nem se dão a esse trabalho e ignoram-me completamente. Mas não pensem por um segundo que sou mais um neste mundo, não pensem que me controlam, não pensem que me batem ou que mandam em mim, porque, se pensam isso, terão naturalmente uma surpresa muito em breve e, se continuarem conscientes, fujam para longe onde nunca mais vos veja. Porque sou como sou, como quero ser e como sempre fui... um guerreiro que tem uma última batalha a lutar.
Na sombra dos pesadelos,
Quando não há saída,
está na hora de sermos,
aquilo que está predestinado pela vida.
Quando não há saída,
está na hora de sermos,
aquilo que está predestinado pela vida.
Unworthy
I can't feel my blood running trough my veins, I can't see myself in the mirror, I can't live with all this pain. This weigh in my shoulders is to heavy for me to continue trough this path of life with it. Because my soul is grey, my heart is black and I can't walk in the green grass of my life. My garden of life has been burned. The trees that were there, standing tall and strong, are now ashes. Ashes of a life once so happy and proud to live. But no more. I have no more reasons to continue to fight that fire that is burning me inside.
My soul is grey. Once more I whisper it in the cold night of the unforgiven winter, laying in my bed, with no one to comfort me for the bad times that are approaching and the grey and rain clouds that are over my head. The truth jumps from my mouth and travels to my ear. It makes me remember my youth, those good moments, long ago finished. But they died as I am. But why? Why won't you let me simply die? Because I'm sick of the pain, I'm sick of fighting, I'm sick of living. I think that life isn't anything worthy to fight for. And I'm unworthy to even bring a fist up to defend myself from what it may bring against me. Once I tried but never more.
My body wants to feel the mortal pain, wants to feel that pain that is so much little than the pain I feel now. Because my pain isn't material, it isn't human, it is from my soul that is being scared for my own sacrifices. But still it doesn't scream in the middle of the night. It doesn't complain. It's unnatural, it's inhuman, it's unworthy. Unworthy to give a little bit of love because it cannot feel it. To much has reached me and not much more is coming. Nothing more to fight or live for.
Give a light in the dark because I can't see and I'm unworthy to fight for...
My soul is grey. Once more I whisper it in the cold night of the unforgiven winter, laying in my bed, with no one to comfort me for the bad times that are approaching and the grey and rain clouds that are over my head. The truth jumps from my mouth and travels to my ear. It makes me remember my youth, those good moments, long ago finished. But they died as I am. But why? Why won't you let me simply die? Because I'm sick of the pain, I'm sick of fighting, I'm sick of living. I think that life isn't anything worthy to fight for. And I'm unworthy to even bring a fist up to defend myself from what it may bring against me. Once I tried but never more.
My body wants to feel the mortal pain, wants to feel that pain that is so much little than the pain I feel now. Because my pain isn't material, it isn't human, it is from my soul that is being scared for my own sacrifices. But still it doesn't scream in the middle of the night. It doesn't complain. It's unnatural, it's inhuman, it's unworthy. Unworthy to give a little bit of love because it cannot feel it. To much has reached me and not much more is coming. Nothing more to fight or live for.
Give a light in the dark because I can't see and I'm unworthy to fight for...
Unworthy to fight,
consumed by this fire,
no hope in my sight,
only pain brought by that fire.
consumed by this fire,
no hope in my sight,
only pain brought by that fire.
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