quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Mania da conspiração

Caros ingénuos e, cada vez mais, vitimas, venho por este modo declarar-vos que hoje escrevo não só pela mínima decência humana, coisa que nunca houve neste blog, mas também pelo respeito de algo que não me consigo lembrar e para vos avisar que as coisas pequenas e felpudas, também conhecidas para vocês como fofas, estão neste momento a planear tomar conta do mundo com todo aquele desconhecido e maléfico charme que apenas nos dá vontade de lhe fazer cócegas. É verdade, pinguins, coelhos, gatos e outras coisas que não me consigo lembrar agora, estão a planear tomar conta do mundo. Eles vão obrigar-nos a dar-lhes festas todas as horas, fazendo assim com que a humanidade entre num declínio muito mais apressado do que por nós próprios. Nada se compara à revolução que está prestes a tomar-se e nada do que façamos nos vai salvar do genocídio e exterminação da nossa decadente espécie. A menos que o façamos agora. Temos de parar de adorar estes animais, por mais adoráveis que sejam. Temos de lutar e resistir à tentação dos agarrar. Em vez de tal, temos de os esganar, cortar aos pedaços e impedir com que eles se multipliquem como os coelhos que são para que a nossa espécie continue a destruir o planeta tranquilamente.
Para começar, indo pelos mais fraquitos dos lideres, vou falar dos hamsters. Sim estas pequenas bolas de pelo que guincham e andam aí de um lado para o outro podem seduzir e conduzir em erro, a caminho de uma catastrófica morte, apenas com um pequeno olhar naqueles pequenos e redondos olhos que parecem estar cheios de ternura mas estão na realidade cheios de sede por poder. Eles planeam enrolar-se em si mesmos e rebolar até aos pés de toda a gente de forma a que nós os adoremos e fiquemos cegos. Pequenos sacanas, é o que eles são.
Continuando a subir, temos os coelhos. Sim os coelhos. Aqueles bichos que se parecem com o Bugs Bunny e têm orelhas grandes e pelos em todas as partes e mais algumas. A especialidade deles é mesmo reproduzirem-se. Eles não brincam em serviço. Quando fornicam, eles fornicam para conquistar o mundo. Os pais mandam os filhos para a rua mas nunca têm cenouras suficientes em casa para dar a cada um deles, de tantos que eles são. Vocês pensam que eles nunca passaram de coisas fofas mas eles controlam-vos mais do que vocês pensam. Eles virão buscar-vos.
Falando dos quase generais, aquelas criaturas que irão ser as segundas no poder, vou comunicar que tais são os traiçoeiros gatos. Se bem que revelam um pouco da sua faceta sendo arrogantes e convencidos e apenas nos deixarem tocar-lhes quando desejam festas ou comida. E depois arranham-nos quando não nos querem por perto, ou seja, quando estão a telefonar aos outros lideres para combinarem um maior pedaço do grande plano deles. E vocês acolhem-nos em casa como se fossem uns bichos que precisam de amor e carinho. Tão ingénuos que vocês são.
Finalmente, falando dos grandes conspiradores, dos verdadeiros lideres e, futuramente, reis do mundo e Universo, falo agora dos pinguins. Sim essas coisas adoráveis, não tão pequenas mas muito felpudas, aquelas coisas que vemos a andar de smoking no polo norte e a assustar ursos com pratos (como se vê na imagem) enquanto que estes dormem descansados. Penso que não há um desenho animado para os retratar mas fiquem só com a ideia de que são maléficos e que nos vão controlar e assassinar sem piedade. Eles querem sangue, vê-se nos olhos deles. Eles estão fatos do branco do polo norte. Eles vêm aí.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Só consigo descrever isto com o título "Animais"... ah espera esta caixa é para o título!!?? Rebeldia

Como sempre estou a sentir-me maléfico e, como quase nunca, sarcástico daí a vir aí mais uma porcaria de um texto tão extenso e sem piada que vocês chegam a meio e começam a insultar-me de todas as maneiras possíveis e imaginárias e a imaginar as maneiras mais originais, tortuosas e sangrentas de me matar. Mas eu hoje quero mesmo é falar daqueles animais que andam por aí nas ruas e não pedem licença, os pombos, entre outras coisas que mais tarde vou referir, ou não, mas talvez. Fazem parte do plano pronto. De qualquer forma, o que eu não entendo é como é que podemos deixar essas aberrações da natureza que podem apenas ser comparadas aquela comichão no pé que nos dá à noite, quando já estamos entre os lençóis a imaginar o dia seguinte mas que não podemos coçar porque nos faz impressão, andarem por aí como se fossem coelhos a multiplicarem-se como se não houvesse depois de amanhã. Para além de que não limpam depois de sujarem. Eles bem que podiam baixar e limpar-nos o casaco depois de nos cagarem em cima, pedindo desculpas e dizendo que vão ser os nossos escravos sexuais durante uma semana. Uma dica, vão pela sodomização que é mesmo fantástico vê-los a gritar com as penas todas no ar e a ficarem carecas XD Sim, porque uma pessoa já não pode estar bem descansando no seu terraço que quando abre os olhos vê um objecto não voador mas obediente às leis da física não identificado até cair no chão a ir em nossa direcção. E depois aquilo cai no chão, mesmo no exacto sítio onde a nossa cabeça estava e repara que aquilo são de facto dejectos de um pombo que voava lá em cima. Em vez de o animal do Bush combater os monhés do Iraque, aos quais acusa de ser terroristas, combatesse os verdadeiros terroristas da sanidade mental do pessoal e a higiene publica das ruas sujas de Lisboa e arredores. Com tantos animais em extinção, porque temos tantos destes pseudo bichos que não servem para nada? Morte aos pombos.
Falando agora de animais mais importantes e em menor número, foco agora o tema de esta coisa a que chamo texto naquelas bestas de duas patas que gostam de se chamar humanos. A sua decadência e tendência para se esquecerem dos outros e concentrarem-se nos próprios umbigos é coisa que deveras me fascina. Eu, acima de todos, para falar XD Sim, porque eu sou um grande conhecido quando se trata de me preocupar apenas com o meu umbigo, que está bem e limpo, obrigado por perguntarem, e nada mais. Como podem andar por aí esses animais sabendo que há outros animais de cores diferentes a morrerem naqueles cantos obscuros de África tipo Amadora e essas coisas feias? Eu sei que consigo mas eu sou fabulástico XD E depois há sempre as outras pessoas que têm tanta beleza que a querem preservar para elas próprias não deixando ninguém tocar-lhes nem que seja no braço. Há pessoas insensíveis, realmente. >.> Deixando aqui uma critica construtiva a toda a humanidade, eu parto: MORTE AOS EMOS, CHUNGAS, PRETOS COM MANIA QUE SÃO MAUS E A POMBOS.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Pit 2

Sun is rising though the rain clouds still remain in the sky, covering all with the sublime darkness that enchants me, that casts a spell upon me and makes e cry as the rain drops from them. No doubt, they're the tears of the Gods, the blood that once circled pure and clean, now filled with sin and hate. My own blood, my own mind, my body and my soul, myself. I bleed for the humanity, I cry out for the unborn child of my wife of Earth, my lie and my sin, my dream and my destruction. My way into the Hell that I take on Earth, the loud-mouths and lies said by the filthy humans that know as much as rocks is the stairway into the never-ending pain and misery.
Stricken and imprisoned to the back of a monster, falling down upon the darkness, trough the mountains, trough the tears, into the river where I'll drawn, into the warm embrace of the fake smile of the Lady of the River, the mystic that follows her into the unknown, the enthralment in me, consuming, controlling my head and turning my power into my weakness. Unsavior of the hate in the cult of the fake gods, controlling, breathing, taking down all humanity into the pit.

Day 2

Facada no coração, aposto que não sabias que já estava vazio, leonor...

domingo, 7 de outubro de 2007

Conta-me

Conta-me como funciona a tua mente, o que te perturbou tanto psicológico que te leva a fazer essas acções censuradas aos meus olhos e mente, coisas, pecados que disturbam a minha mente. Quero compreender-te, quero ajudar-te, que levar-te para um sitio melhor onde não exista lá nada dos teus problemas ou preocupações, apenas aquilo que consideras o paraíso. Corrompe a tua vida com algo mais do que essa permanente e densas sombra, o teu fantasma do passado, esses cortes profundos na tua alma que me fazem sangrar. Mostra-me que confias em mim como se a continuação da tua vida dependesse disso.
Apanho os bocados de vidro que estão no chão e que representam a tua vida e tento encontrar uma maneira de os juntar todos novamente para que não jorre mais sangue deles, para que não te tornes mais uma pessoa com tendências suicidas, mesmo que tenhas razões para tal. Conta-me os teus traumas, os teus terrores, os teus pesadelos de criança para que eu note que afinal confias em mim, para que não seja tudo uma mentira ou uma ilusão na minha cabeça. Porque encontraste aqui um amigo, não quiseste mais. Quanto tempo mais demorarás a perceber que estou aqui para ajudar e não para me tornar em mais uma má recordação de tempos passados?
Já não vejo o brilho nos teus olhos. Explica-me isso. Explica-me porque mataste a monogamia da tua vida e persegues apenas mentiras, falsidades para satisfazer o desejo de te sentires importante, de notares que há mais alguém que se importa contigo que não aquela sombra no escuro quando estás sozinha. Tu és quem consegues ser, não precisas de ser mais ou menos que os outros, não precisas de te esconder mas também não queres destacar-te na multidão. Então porque não te satisfaz isso? Porque estás tão desesperada a tentar provar coisas erradas às pessoas erradas, pessoas que não são tuas amigas mas sim demónios da tua vida passada e da tua vida presente.
Conta-me quem és e o que fazes aqui para que eu deixe de ser uma nódoa na tua camisola.

sábado, 6 de outubro de 2007

Entre o amor e a solidão

Porque me esqueci eu daquilo que defini para a mim próprio como futuro e caí no erro de me deixar cair nas mãos de alguém que não a própria pessoa essencial à minha existência, eu próprio? Porque me obrigaste tu a mudar completamente aquilo que se passa na minha mente para a tua imagem, a tua adoração, o teu próprio ser constituido e definido dentro de mim, a espalhar-se e a romper todas as margens e limites da vastidão da minha alma? A cada erro que faço tento mudar, tento criar consciência e aumentar a minha capacidade de raciocinar e de me controlar, de ter mais maturidade para conseguir o meu real potencial como humano mas tudo vai dar ao mesmo, continuo a cair no mesmo erro, naquele precipício profundo e escuro que me leva a questionar as razões da minha existência, naquele desespero e depressão que me obriga a levantar as mãos e tapar os olhos e que ainda me faz detestar mais a minha mente, o meu ser, a minha alma.
Falo e confesso, digo blasfémias que fazem os outros rir e chorar, coisas que apenas cortam mais fundo a minha alma que jorra agora rios de sangue sagrado, sangue que já foi corrompido e sujo, que volta para se sujar outra vez. Digo e re-digo aquelas coisas que aleijam, aquelas coisas que me fazem perder amigos, coisas essenciais para a existência humana. Porque, como disse hoje, não sou nada mais do que um animal racional, uma besta andante que mente a si próprio todas as noites de forma a não chorar, que pede desculpa por todos os seus erros e pecados, redimidos na terra mas cortes mais profundos na alma. Alma essa, condenada a ser perfurada, queimada, torturada nos rios de lava e fogo nos Infernos criados pela própria. Mas nada chega para mim, nada consegue satisfazer aquela vontade idiota de auto-congratulação, aquele ego infernal que parece nunca parar de encher, um balão que nunca rebenta. Mas no fim, sou eu o deixado para trás a fazer textos dramáticos acerca do quão dramática é a minha vida e não a dos outros.
Esconde a minha face na sombra da duvida, não mostres a imperfeição do ser que habita todos os cantos obscuros das cidades, corrompendo os becos sujos e empestados de pestes e animais irracionais mal cheirosos. Esse ser é a peste da humanidade. Essa peste acaba por ser eu, a tal besta. Encobre-me enquanto eu fujo para um abrigo ao Sol e à luminosidade da rua, os olhos que passam sobre mim, a julgarem-me à medida que passo por elas na rua. E à noite estou sozinho nesta cama de cartão a pensar no quão errática é a minha vida, o quão pouco significa a minha vida para os outros lá fora. E no fim apercebo-me de que apenas preciso de mim. Até que encontro outra pessoa com quem esse pensamento dissipa para voltar mais tarde concretizando um circulo vicioso de luta. Entre o amor e a solidão, na escuridão nada mais importa do que eu próprio.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Day 1

Ainda sinto o teu cheiro em mim, leonor...

A caminho do tempo e conhecimento

Bem, era ela a sentir-se maléfica hoje à tarde mas agora sou eu daí a ter de sair mais porcaria daqui (como começa a ser óbvio) e desta vez deve de ser... não sei, suponho que seja acerca da cidade de Lisboa, mais especificamente a parte da baixa. Aqueles pombos são mortíferos >.> Já para não falar de chatos. Com o seu cheiro decadente e o seu interminável e inexplicável talento para serem inúteis e feios, eles consumem grande do espaço e acabam por arder o oxigénio com o seu fedor. Difícil foi conseguir afastá-los, já que estava com uma jovem tão agradável que até atraí as criaturas mais feias e nojentas à face da terra. Daí a eu ter estado com ela (é apenas uma das muitas e estúpidas razões XD). O que me admiro mais é ainda não ter atraído a xuxa. E não, não sou mauzinho >.>
Continuando com a empestada cidade de Lisboa, sim, empestada até porque os pombos são os próximos mensageiros da peste negra de tão mal que eles cheiram e das coisas que eles bicam do chão. Mas o tema seguinte são aquelas infernais pastilhas com qual tive o horror e traumático azar de me cruzar sob a estátua do Sôr Luís de Camões enquanto estava sentado a conversar muito alegremente com a dita e cuja jovem e a tentar engatá-la com beijos meigos e suaves apenas para ela mais tarde reparar num sacana qualquer da pseudo série "morangos com açúcar", um anormal qualquer que ela acha lindo >.> Ele devia morrer. Voltando às tais pastilhas, uma amaldiçoada resolveu atormentar-me o resto da viajem de volta a casa estando colada à parte de trás das minhas calças. Claro que a jovem não conseguiu ver no caminho até aos armazéns do chiado onde havia um elevador com espelho e aí consegui reparar a maldita coisa.
Escusado apenas é dizer que ela passou a tarde a dizer que eu parecia jesus e um gajo qualquer que ela adora da série "vingança". Agora apenas resta o tempo e o conhecimento...

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Texugos mortos...

Bem como me sinto maléfico outra vez e como houve quem me pedisse mais textos destes (sim houve quem tenha percebido a piada), aqui está mais uma blasfémia (supostamente) com piada.
Não querendo usar a referência do titi acerca de texugos na máfia italiana e no contrabando de amendoins com uma seita de pandas gigantes satânicos, tenho mesmo de expor este caso porque se não será sempre o Sôr Adolfo a deboxar na xuxa e ela farta-se disso. Para além de que vou dizer muitas coisas que são verdade, muita gente pensa e muitos não dizem (tirando o Sôr Adolfo quando está a deboxar XD) não me importando com as consequências que daqui possam provir. Daí a ter de ser outro e é aí que eu entro. Como já referi antes, e até já comentei com o dito cujo Sôr Adolfo, a meu ver, o cabelo de xuxa parece-me um texugo morto. Isto para começar. Aquilo tá sempre da mesma forma, todo peganhento e realmente antes rapar a cabeça dela do que a minha. Pode ser que ainda sobre algum cheiro minimamente decente debaixo daquele texugo, visto que não há em mais lado nenhum.
Aula de português de segunda-feira. Já é muito mau ter três horas seguidas daquilo com uma stôra, na minha opinião, tão má que, aliás, já tinha mostrado ser o ano passado em inglês. Mas o pior nem foi isso. Ainda tivemos de fazer um trabalho. Os grupos (supostamente) eram de trâs mas havia uns de quatro e só por acaso eu tive a porcaria de sorte de ficar com a xuxa SOZINHO. Já é mau ter como "alcunha" na turma de "Darkside" pelos meus gostos musicais não aceites por ninguém da turma, como também tenho de fazer um trabalho com a xuxa. Uma entrevista. Que só por acaso tivemos satisfaz mais :D (tinha de expor a minha felicidade de ter conseguido ultrapassar aquelas três horas, de ter conseguido aguentar o mau cheiro dela - já lá chegamos - e ainda ter conseguido ter uma nota positiva). Continuando com aquilo que importa, a dita cuja entrevista foi acerca do pai natal (tema escolhido por mim para aqueles que não souberam ou não me ouviram a gritar quando ela foi ler) e de inicio ela fazia as perguntas e eu as resposta. Naturalmente, devido à grande incapacidade de utilização dos poucos neurónios que deus supostamente lhe deu, acabei eu por inventar grande parte da entrevista. Denotei várias vezes o mau cheiro (cá estamos) de que todos falam e que eu não tinha notado até segunda. Realmente tal coisa até doi. Mas lá aguentei, tirei positiva e não fui a ler. Pelo menos uma coisa de positiva tenho de acentuar nela (não, não é mentira) é que foi ela a arranjar as características da entrevista e teve isso certo. Para cada coisa má existe uma boa ^^

terça-feira, 2 de outubro de 2007

The man of a thousand pains

Forget the past, the sinful path that you've token, once again comes to your mind the memories of the forsaken pain, the essence of life that has began in the birth of someone else that matters to anyone that doesn't care of himself. While you bleed, I'll remember the forgotten, invoke the unique and original, the demons that once killed your body and let your soul loose just to destroy the hopes and inspirations of humanity, to be curse that was once so wanted the was worshipped, once so terrifying that was labelled a work of the demon, the nails in the cross of the fake saviour. Leave this room and leave a trail of blood, the food of the night watchers, so I can follow you into the darkness where your mind is the light, your body is the source of heat and your soul is the essence of all. Your face is getting pale as your strength fades away like a silent music that tells the story of the man of a thousand pains. Useless decadence, dementia token over as sanity has left you mind and your soul. I am your friend, I am your demon, I'm the story teller that hunts your dreams and decides your future. I'm your all as you are one of my other useless stories, blasphemies written in dirty papers made by sinful thoughts. Sins against our souls. Sins among those who dared to say that were born from the moon.
Letting go another person into the pit, letting another soul fall into the abyss, letting another body be devoured by the never-ending darkness just for your sake. You won't rest, you won't let the pain in your chest and shoulders to die because it's your curse and it ends to be your life. Without them, you'll only be the shell of a men that you were supposed to be, the man who dared to walk in this Earth supporting the weight of humanity. Devoted to your own cause, you've let go those who you love, those who love you, your home land and all it's secrets and mysticism. Lay your head in the grave of a lost soul in the graveyard of the moon shadows. You've got to keep on the journey into enlightenment.