domingo, 30 de setembro de 2007

Quando for grande quero ser como o titi

Bem como me sinto inexplicavelmente sarcástico e absolutamente maléfico, vou deixar aqui este texto absolutamente fora do comum e fora de contexto. E agora vocês (aqueles que lêem [que devem ser poucos ou apenas uma minha irmã ^^] e mesmo aqueles que nunca vão ter o prazer de ver as blasfémias que para aqui vêm) perguntam-me porquê: Porquê oh Bruno, jovem anteriormente conhecido por "Pinguim Adorável", agora "Gatinho no sentido português da palavra" e grande "Mestre das bolachas com chocolate que estranhamente não te fazem engordar e que mesmo assim conseguiste emagrecer 5 quilos desde o inicio do ano" e porque raios é que esta pergunta está a ser tão grande e já perdeu todo o sentido? Ora eu simplesmente respondo que não sei e que me vou partir a rir quando ler este texto. E agora eu é que pergunto oh gente com tempo suficiente nas mãos para ler tanta bodega, quem é que raios se preocupa com isso? E vocês respondem: Tu não.
Cá está mais uma prova de que a vida sem mim não tem fundamento e de que vocês nunca estariam bem dispostos se não fossem aquelas coisas a que chamo palavras que saem da minha boca apenas para poluirem a atmosfera. Sim sou mais um adolescente com crises existenciais, que não se importa com muita coisa a menos que o seu umbigo seja muita coisa e o seu adorável cabelo ^^ O mais essencial é que daqui a 1 mês e 11 dias os meus anos chegam e eu fico 365 dias mais velho e vou querer estar com o pessoal, a beber álcool e cantar e tocar alto músicas tradicionais portuguesas, ou seja, partir cordas vocais e da guitarra rodeado de amigos que só estão contentes por causa da cerveja e não pelo facto de eu fazer anos XD Bons amigos de facto :D
Para aqueles que se preocupam comigo, é isto que eu quero para o dia 11 de Novembro. AH e talvez uma visitita da Mãe Natal... ela faz-me sempre contente :']
Voltando ao essencial de mais uma blasfémia... o sarcasmo. Perdi-o.... esperem, já o achei. Estava no meu bolso a rir-se. Bom, isto está grande. O que acaba por ser normal. Já repararam como o pessoal já parou todo de ler isto e eu estou a escrever para nada? Nem a minha própria irmã deve estar agora a ler isto. Se está, deve estar a fazer uma de duas coisas: ou muito zangada comigo e a querer dar-me porrada por aquilo que disse que queria para os meus anos ou a chorar a rir e dizer que aquilo nunca vai acontecer enquanto eu for menor e não tiver a minha própria casa. OU a terceira opção que eu não sei qual é. Fico feliz de ter escrito tanta treta mas estou a ficar sem ideias sobre o que escrever mais. É que não há músicas de Rock/Metal/Punk que dêem para ser material para eu ser sarcástico. Apenas o titi, que só a própria alcunha me faz rir XD É verdade, o sacana fez-me partir a rir com o blog dele. Concordo com a opinião dele de como fazer este planeta melhor ^^ Enfim, assim me despeço com talvez até amanhã. Pode ser que faça isto todas as noites, dependendo da minha agradável, ou não, disposição.

Freedom is on it's way

Carry me away, into the deep blue sky, the orange horizon far ahead, the sun going down and burning everything in it's passage, letting the night come and my mother to reveal herself in the black sky, bringing light and hope to all the fools who dare to sleep and dream of a better day tomorrow. Make me remember the golden days of my youth so you find a way to torture me and let me find a way to keep this rage alive, this fire within burning. Because the past is that curse that you make me feel everyday when I think of you. Freedom is on my way.
Shinning glass trough the day that died in the epic fight of the sanity of the Devil and the desire that consumes thy soul. Making the stars glow in the middle of the day, bringing the Apocalypse into the Sun to destroy all Earth, moving at my will, sending the rays of destruction as I please, making the shadows pits of fire and the wind turned into ice. Sins killing all, lust in my head, innocence just another seed of all evil. Freedom conquers all.
Freedom is on it's way into never land...

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Chuva ácida

Queres viver uma vida de mentira, um falso mundo de brincadeiras onde o arco-íris tem duas pontas e um pote de ouro numa delas? Queres ter aqueles relvados verdes eternamente, com o Sol a brilhar no céu e as flores a cantarem à medida que passas? Porque a realidade não é esse mundo cor de rosa, não é tudo aquilo que queres, tu aquilo que desejas possuir. A realidade é bem mais cruel, é cinzenta e traz mortes e a fresca chuva na qual podes chorar sem ninguém notar a tua vergonha. Eu continuo a sentir a chuva ácida a queimar-me a pele para te proteger enquanto sorris com os olhos vidrados como que tivesses viajado para outro mundo, esse teu mundo cor de rosa.
Quando vais morrer? Quanto tempo vai passar até perceberes que a tua idade de inocência já morreu há muito? Não evoluis desse transe em que te encontras, ainda procuras pelo teu príncipe encantado que te vai resgatar da terra dos pesadelos para o planeta de sonhos. Por cada plano que já concebeste, mais um demónio que te devorará as entranhas, o pagamento pelos teus pecados mortais. Deixa-me aqui à chuva e corre para a segurança da tua cama. Nada mais quero contigo pois já vi a morte e gostei imenso. Atravessa para este lado e será a tua salvação, continua a dormir e ver-te-ei no próximo corpo para onde as nossas almas voarem.
Continuo na chuva ácida a salvar-me para a minha doce morte... (não te esperarei)

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Sorriso de amiga

Bem vinda a ti própria. Diz-me para onde viajaste, porque me deixaste sozinho assim tão repentinamente, sem um aviso prévio. Consegues sentir esta brisa entre nós? É a barreira que construiste entre nós com as tuas palavras. Essas palavras que se assemelham a uma parede de tijolos com os sentimentos feitos em cimento apenas para serem esmagados e pisados. Aquela massa cinzenta poderia ser o teu coração, eu não me importava. Diz-me onde o teu espírito foi, oh criança que apenas sabes brincar com a sua inocência. Continuas a não recear o monstro do teu pensamento mas muito em breve saberás que tu própria és o teu monstro e a tua deusa. Apenas precisas de deixar a inocência para trás.
Consegues mentir com todos os dentes na tua boca? Consegues com certeza pois ainda os tens e não paras de inventar desculpas. Tu vais-te, eu fico, tu decides ficar, sou eu quem viaja. Até parece algo extraordinário, quando passamos na rua de mãos dadas. Sabes que é só uma farsa certo? É apenas uma maneira que eu encontrei para ocultar a minha dor, uma máscara para o meu ser interior. Porque ainda hoje me viram e eu nada senti. Nem o mínimo de química, nem o mínimo de pena, nem o mínimo de paixão. Nem por eles e, em breve, nem por ti. E esse sorriso. Esse sorriso mata. Perfura tudo o que encontra no seu caminho. Não me vou atrever a trocar palavras contigo para esclarecer o que escondes por trás desse sorriso. Antes de sentir algo, sinto a raiva.
Não são poemas que saem da minha boca mas sim blasfémias, pecados contra a minha alma. Isto porque ontem morri e apenas vi uma vastidão de escuridão e solidão, as minhas duas coisas preferidas. Nem amor, nem deus, nem paraíso, nem o Inferno que tanto desejo e a que pensava estar condenado. Apenas o meu próprio mundo, aquele que construí aqui contigo e o teu sorriso com a excepção das intromissões temporárias e demasiado curtas de felicidade com a tua alma. Apenas não lá fiquei por orgulho. Mas começo a pensar que o meu orgulho se está a tornar numa maldição porque volto à vida para descobrir que nada mudou e que tu continuas com esse sorriso de amiga.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Nada

E agora sou eu que não quer falar do assunto, porque estás triste e eu fico triste por ti mas tu estás triste porque não consegues comunicar com ele e eu não consigo expressar a raiva e revolta, a dor causada por esse facto. Apesar de tudo a tristeza mantém-se, mesmo sendo pelas razões que são. Torna-se em mais uma maldição, mais um obstáculo no caminho no impossível e do impensável. Está tudo tão escuro, a solidão é tão palpável, se não fosse pela tua tristeza, sentir-me-ia em casa. Mas tudo se mantém e nada ajuda. Não as tuas palavras, não a minha certeza de que tudo é psicológico. Nada. Nem ninguém.
Desapareço da tua vista em benefício de alguém que não conheço, que desprezo do mais fundo da minha alma, que detesto pelo que te está a fazer, que odeio pois recebeu uma promessa tua que agora és obrigada a cumprir pela tua mente, por mais que sofras. E quando tu sofres, eu sofro. Quando vais parar de sofrer? Quando vais abrir as tuas lindas asas brancas e voar até mim, salvar-me deste poço em que me encontro a cair, cada vez mais fundo em direcção à escuridão infernal. Respeito a tua decisão assim como sei que é a acertada, por mais dor e sofrimento que ela me traga. E nada mais importa.
Encontro-me aprisionado por estas correntes douradas e cada dia que passa, cada pensamento que me vem à cabeça, é apenas mais uma gota de veneno que engulo e que me mata por dentro sem que eu possa fazer alguma coisa por isso. Estou de joelhos e amaldiçoo o meu criador, o dia da minha nascença, essa indicação de que o Apocalipse está perto. Apenas a 93 milhões de milhas, eu espero por ti no núcleo do Sol para que juntos possamos destruir esta Terra que apenas nos traz os sentimentos que nos trazem abaixo. Espero pelo sinal para avançar, para conquistar e pilhar, mas a demora faz-me cada vez mais egoísta pois só vejo a tua e a minha dor e não me importo com a dor de mais ninguém. Nada mais tenho a dizer pois não quero sofrer com nada mais.

Dark side

These words don't have the same meaning now, I won't feel true, I won't be free until I find the new meaning to all these lies that come out of my mind into the open air. Sorry if I've hurted you with the spikes that come out of my mind but that is just me and there's nothing I can do but to live and be the hero I want to be. In my innocence, I haven't thought of you in my near death experience but nothing has changed in me. Maybe I'm a little more cold, maybe I don't care so much about others as I did before but the faked smiles are still here, the hate and anger against the world and myself.
Where have I gone when I was blind, when the world was all black and all I could see was myself. Now I think that I'm a selfish bastard, something that I've been trying to change and you've been helping me with that, but I'm still far from being that perfect person. I'm just a wannabe, a freak of nature, something so demented, so wrong, an error. Now do you understand why you don't want me? I'm trapped to my selfish being, there's nothing that anyone can do.
The lie has become the prophesy, the Apocalypse has become the salvation and Hell is now that desirable place because I've seen Death, I've seen the torment of the souls and still I prefer go to a place where I know you won't be than to live with the pain you've gave me. Because you're an Angel and there's no God, religion's that fake game, the bitchy face in the winter window with white and red from blood snow falling down from the grey clouds that fall from the sky. See the shadow outside and realise that there's no future.
Everyone has his day to die, everyone has a life to live and you still want me to become that truth essential to life. But I'm a fake, why won't you just close your eyes and forget about all the rest? That is the essential, I'm far from being it to the space near me, even further from being it to you. Because I'm the dark side of your mind, the grey in your soul, the one that you've left behind. In my selfish way, I'm just sorry that your sorry for making me hurt than for making a mistake in your mind, that ends up to be the right action, the one that you took. You've hurted me to let me go but what can I do? You're compromised to your own Hell, what do I exist for? Really sorry for being the dark side of your life.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Home

Shut your mouth, I won't hear another word. Because the words that come from your mouth are like spikes that make holes in my heart and soul. I don't want to know what is it that comes in your head because it just hurts too much and doesn't help me to carry on with my life. Now nothing but friends, these knifes that came out of your mouth, righteous words to an inpatient spirit that awaits the time to fly away. My home awaits my dead embrace.
Love's that state of mind that tricks and plays with your soul, that makes you laugh and be someone else, that makes you cry and despair for someone else. I don't want to have it because it has hurted me too much, too badly in the past. I'm my truth but no one believes me. Carry on living, carry on hurting yourself and someone else, carry on without the heat of the summer camp, the freshness of the ocean in the morning. Because Death will come for you all and no false pretensions, to deals, no pain or love will make you stay, forever.
Precision in the shoot, please sniper in the top of the building, because I want to go to home, fell the comfort of my bed, the heat of my unclean soul, the walls that makes this house something more that just a memory. Bring me back to myself, that liar, that sinner, that condemned Demon that won't escape the fires of Hell. I won't be myself until I'm home.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Muro de rosas

Espeta umas faca no meu coração negro e retira-o, fá-lo sangrar, sangrar profundamente lágrimas de sangue por ti. Mudas a minha mentalidade para me fazer sofrer, não queres quebrar a corrente, não queres deixar essa prisão que te tormenta constantemente. Perdeste as palavras algures num canto da tua mente mas ainda as procuras na escuridão, não vendo a luz no fim do túnel que tento ser. Cega e imune a todas as tentativas de encanto e engano, vendo o mar nesse olhos azuis e profundos, revelando a tua alma, a verdade escondida por trás desse muro morto. Mas ainda me afastas, recusas algo mais, melhor, um diferença construída pela distância. Uma paixão que murchou pelo tempo e pelas palavras escondidas pela tua face, deixando-me sem palavras mas nunca me permitindo chorar. Não me tiras de mim, não me fazes ser alguém que não sou mas começo a pensar que é isso que te afasta. Durante meses construí um muro por fora do meu coração, decorado com rosas pretas com espinhos afiados, trepadeiras que reforçavam a força do muro. Mas depois vieste tu e deitaste o muro outra vez para me magoar da mesma maneira. Porquê?
O medo veio, o medo foi-se embora. Depois o medo voltou contigo e causaste aquilo que o medo continha. Contigo veio o vento gélido com as folhas mortas e cortantes de Outono que me cegaram. Agora caminho na escuridão por tudo o que me fizeste dizer e tudo o que me obrigaste a fazer inconscientemente e por nada. Causa perdida nas tuas mãos, presa algures no tempo e espaço distorcido e perverso, constantemente a pregar partidas. Não falta tempo, não falta desculpas, apenas falta a chuva para permitir as lágrimas correrem. Construirei outra vez o muro para nunca mais cair no erro de o deixar destruir. Nem por ti, nem por outra pessoa, nem por mim próprio.

domingo, 23 de setembro de 2007

Respiras

A palavra é essencial,
Quando uma parede é construida entre nós,
A comunicação é vital,
Apenas quero ouvir a tua voz.

Olhas para trás, tudo escuro,
Olhas para frente, tudo cinzento,
Neste mundo, nada é puro,
Apenas as folhas de Outono levadas pelo vento.

Afastamos o mar para o atravessar,
Inventamos histórias e falsidades,
Mas tudo o que é de plástico vem à tona de mar,
E nada do que dizemos são verdades.

O céu está azul por ti,
Vermelho por mim,
Mas nos teus olhos vi,
A verdade pintada em cetim.

sábado, 22 de setembro de 2007

Together in loneliness

Savage way. Run trough life without looking back, blinded to the problems of the humans, those powerless beings, a sinful conjugation of breathing demons, final thoughts of something so weak minded, so full of hate and fear that disappeared, leaving you behind, leaving you crying, bleeding, trapped in yourself. You're closed in your room. Let me bring myself closer to you. Making you warm at night when the rain falls outside and we just watch the thunders fall from the sky, killing air, and hug, sleeping and dreaming of a better night. A better night with loneliness, darkness, rain and thunder. And you. Let us be together in loneliness.
Rise of pain in our hearts, this cold taking over our bodies, slowly putting out the fire inside us. The soul is the essence of life but still you seek a way to destroy it. Why? Why won't you let me be closer, hold you, take care of you, find the endless comfort that I need in you? Once we told each other that we would make history, now you say our love was history. But no more. It has ended. Ended not to reborn again. Tell me the truth for once. Tell me what goes on in your mind while you're crying, while you're sleeping and you don't have me next to you, bringing that warmth that you need. Remember the songs that we sang, the blood and tears that we have released for each other, those letters of love that we wrote together to each other. Were those all lies or were you just a foolish girl, more than what you are now?
I still fight. I fight to get out of this prison where my body lays. I've stolen the strength from the ground just to able to walk, but you won't even run to catch me as I fall, broken and almost dyeing on the floor. I see your faded smile, that frozen tears that fall from your eyes into my black, broken heart. It won't be them or you that will bring me back the heat to make the tears go away. Yes my heart has froze. In time, so will my soul. I'll be the zombie that scares your dreams away. My body lays in the graveyard, where my morbid soul seeks for the food that it needs to keep on waiting for you. Waiting for you to be together in loneliness.